OBJECTIVOS
· Fornecer elementos de reflexão quepossam contribuir para um melhor posicionamento/desempenho dos agenteseducativos face à utilização de espaços virtuais de aprendizagem noprocesso de ensino-aprendizagem;
· Constituir uma oportunidade departilha de saberes e experiências educativas na área dodesenvolvimento e aplicação de espaços virtuais de aprendizagem emcontexto educativo;
· Desenvolver nos docentes competênciasno domínio da utilização das tecnologias de informação e de comunicaçãoe da sua integração no processo de ensino-aprendizagem numa perspectivafacilitadora da criatividade e da adaptação à mudança;
· Habituar os agentes educativos aaprenderem e ensinarem em ambientes de aprendizagem construtivista,onde o papel do professor não será só o de “fornecer” conhecimento, masmais o de modelar, acompanhar e gerir a construção desse mesmoconhecimento, com a ajuda das novas tecnologias;
· Estimular a constituição decomunidades de aprendizagem e a formação inter-pares ("peer-coaching"),fomentando uma aprendizagem baseada na partilha de experiências epráticas profissionais;
· Incentivar o recurso a modalidadesmistas ("blended"), com uma componente presencial e outra a distância ecom o apoio de plataformas de aprendizagem online (LMS), enquantomodalidades estimuladoras de aprendizagens mais autónomas, commúltiplas aplicações em contexto educativo.
A rede wireless é fraca em muitas salas;
O ecrã de projecção da sala 3.5 devia estar no centro da sala, por cima do quadro;
A requisição de projector sem este ser entregue na sala no início da aula;
A falta de divulgação de algumas actividades e documentos através do site do Agrupamento, devido a um sistema de transmissão de informação com algumas deficiências, entre os órgãos de gestão e os responsáveis pelo site. Os órgãos de gestão devem se lembrar que todas as informações públicas de TODAS as escolas do Agrupamento devem ser transmitidas atempadamente por email, para serem colocadas no site. Deve-se divulgar a importância deste facto em reuniões e criar grupos de pessoas em TODAS as escolas, responsáveis pela transmissão da informação).
O Moodle devia estar num servidor com acesso por FTP.
A falta de Internet no bloco 3;
A protecção das disciplinas com palavra passe, impedindo o acesso a visitantes ou a pessoas registadas;
A edição dos conteúdos (por ex., a edição de texto não é "what you get is what you see", alterando a formatação quando se grava em algumas situações) e o aspecto gráfico do programa que podia ter uma usabilidade maior, a qual que se encontra no Joomla, na Wikispace, no Blogger, no Flickr e noutros sites/programs Web 2.0;
O Moodle devia estar num servidor com acesso por FTP, para permitir o envio de ficheiros com maiores dimensões e o acesso do administrador aos modelos gráficos e blocos de recursos/actividades.
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OBJECTIVOS
·Fornecer elementos de reflexão que possam contribuir para um melhorposicionamento/desempenho dos agentes educativos face à utilização deespaços virtuais de aprendizagem no processo de ensino-aprendizagem;
·Constituir uma oportunidade de partilha de saberes e experiênciaseducativas na área do desenvolvimento e aplicação de espaços virtuaisde aprendizagem em contexto educativo;
·Desenvolver nos docentes competências no domínio da utilização dastecnologias de informação e de comunicação e da sua integração noprocesso de ensino-aprendizagem numa perspectiva facilitadora dacriatividade e da adaptação à mudança;
·Habituar os agentes educativos a aprenderem e ensinarem em ambientes deaprendizagem construtivista, onde o papel do professor não será só o de“fornecer” conhecimento, mas mais o de modelar, acompanhar e gerir aconstrução desse mesmo conhecimento, com a ajuda das novas tecnologias;
·Estimular a constituição de comunidades de aprendizagem e a formaçãointer-pares ("peer-coaching"), fomentando uma aprendizagem baseada napartilha de experiências e práticas profissionais;
·Incentivar o recurso a modalidades mistas ("blended"), com umacomponente presencial e outra a distância e com o apoio de plataformasde aprendizagem online (LMS), enquanto modalidades estimuladoras deaprendizagens mais autónomas, com múltiplas aplicações em contextoeducativo.
Avaliação de Software Multimédia Educativo
PEDACTICE em Portugal
Educational Multimédia Task Force (Comissão Europeia)
PEDACTICE no Site da Comissão Europeia
Espaço "Tecnologias educativas" (FPCE-UL)
Unidade de I&D em Ciências da Educação (FPCE-UL)
Programa Nónio Século XXI
Internet nas Escolas
Missão para a Sociedade da Informação
Malha Atlântica – Centro de Competência Nónio
Esteglossário servirá para nos conhecermos e para mais tarde proporcionar aformação de grupos de trabalho online tendo em conta os interesses decada um.
Os nomes vão estar por ordem alfabética;
É possível ensinar o que se desconhece?
Em que mundo viverãonossos alunos? Com certeza, a maioria deles, muito mais cedo do quenós desenvolveu um grau de fluência digital muito melhor que o nosso.
Umarelação pedagógica de qualidade não é aquela que prepara para osdesafios de nosso tempo? Inclusive abrindo espaço para um olhar críticopara a própria tecnologia? Como criticar sem conhecer?
Técnicosde TI não são educadores, são profissionais que desenvolvem aquilo quepedimos a eles...mas se desconhecemos os princípios básicos defuncionamento de um LMS, saberemos o que pedir? Saberemos construir umainterface entre estes dois saberes, igualmente importantes?
Opapel do professor está mudando, mais do que o detentor absoluto dosaber a ser transmitido, hoje ele tem funções mais importantes:1) comomediador entre aquele que aprende e o conhecimento,2) como facilitadordo acesso ao conhecimento, 3) como interlocutor válido nos movimentosde pesquisa e descoberta de seus estudantes, 4) e principalmente comomobilizador do desejo de aprender cada vez mais. E as tecnologias dainformação e comunicação podem ajudar muito nisso.
Dizem queSócrates não queria que seus diálogos fossem escritos, pois issotornaria pior a memória de seus alunos. Não fosse Platão e não teríamosnotícias do que Sócrates tão brilhantemente pensou. A mesma coisaaconteceu no aparecimento dos primeiros livros...os professores eramcontra, pois se os alunos pudessem ler, não precisariam de aulas (bobagem total, só muito depois percebida). Vamos fazer o mesmo com ainformática? Estamos apenas começando a conhecer as peculiaridadesdesta nova linguagem...há muito trabalho pela frente. E de certa formasou grata a todos que colocando suas dúvidas, sugestões e descobertasneste espaço têm me ajudado a avançar no caminho da compreensão denovas formas de ensinar e aprender.
“Das novas tecnologias às novas metodologias”
http://video.google.com/videoplay?docid=6715420580859090122&hl=en
Os professores usam a tecnologia para atingir fins de naturezapedagógica. Os professores não têm que ser técnicos de TIC. A cada um oseu papel.
Os professores não devem rejeitar o desenvolvimento tecnológico,devem sim aproveitá-lo, INTEGRÁ-LO CURRICULARMENTE. O que está errado émisturar as duas coisas, acabamos sempre por não ser nenhuma delas......
O facto de se enunciarem lugares comuns da pedagogia não resolve problema nenhum em termos pedagógicos.
Uma coisa tem razão.."...as TIC podem ajudar-nos..." é essa a suafunção, mas nós como professores temos a nossa função muito específicano processo de ensino e aprendizagem.
http://blogs.prof2000.pt/blogseduc/
http://t-educii.blogspot.com/
http://www.oitopassos.com
http://quemfaz.blogspot.com/2006/02/blog-educativos.html
http://blogosferamarli.blogspot.com/
http://www.slideshare.net/renatofrigo/o-papel-dos-blogs/
http://br.groups.yahoo.com/group/blogs_educativos/
http://br.buscaeducacao.yahoo.com/mt/archives/2006/06/fatima.html
Ainda me lembro de passar horas com os meus amigos a esfolhear a Enciclopédia Luso-Brasileirae outros livros que existiam na biblioteca do Colégio à procura deinformações para trabalhos de grupo. Lembro-me que adorávamos! Muitasvezes, descontentes com os resultados das pesquisas lá íamos até àBiblioteca Municipal procurar mais. Pequenos, mas espertos, criativos edinâmicos. Não estou a “puxar a brasa à minha sardinha”… Era mesmo assim. Lembro-me dos trabalhos para a disciplina de História com Irmã Amélia, dos posters para a E.V.T. com a Professora Salomé, da minha primeira (e única até ao momento) peça de teatro intitulada “Terra à vista! Terra à vista! Chegamos às Américas”, do jornal de parede “Malta Fixe”com a Professora Fátima e de muitos mais projectos. Na altura foramtrabalhos desafiadores que nos fizeram crescer. A biblioteca e os seuslivros foram sempre o nosso suporte. Não tinhamos Google nem Wikipédia,não tinhamos Word com corrector ortográfico. Na verdade, só um ou outrocom irmãos mais velhos é que tinham computador.
Na semana passada pedi aos meus alunos que recolhessem informaçãosobre determinado assunto que estava a ser abordado no momento. Tive deexplicar que recolher informação era algo mais que procurar na Internet(mas porque tive de dizer isto?). Era visitar o local, perguntar coisasaos pais ou avós, ver livros ou fotografias que andam lá por casa.Expliquei-lhes que, quando era da idade deles, não existia Internet eque fazia na mesma os meus trabalhos. Foi então que alguém questionou:
“Professora, como fazias sem Internet?!”
“Professora, como fazias?!” é uma expressão curiosa… Diz tudosobre as crianças de hoje em dia, sobre todos os nossos alunos. Há 10anos atrás ia com os meus amigos à biblioteca. Mexia nos livros, mexiano pó, mexia na esferográfica para tirar apontamentos. Hoje os alunosvão ao computador sozinhos, mexem no teclado e no rato e imprimem o queaparece no monitor. Não saem de casa, não precisam. Não andam detransportes públicos nem conversam com os amigos sobre qual a melhorinformação recolhida. Em suma, não partilham nem dialogam.
No dia seguinte lá apareceram trabalhos…todos iguais, todos copiadosda Wikipedia, todos a cores e encadernados. A desilusão instalou-se emmim, obviamente.
Na sexta-feira descobri um trabalho maravilhoso de um aluno, no meioda confusão do caderno: um desenho do local em questão feito por ele.Perguntei-lhe quando o fez e ele respondeu:
-”Contei à minha mãe o que me pediste e ela levou-me lá. A minha mãe disse-me para fazer um desenho do que via e eu fiz.”
-”E porque não me mostraste?” - perguntei, quase indignada…
-”Porque não está feito a computador e achei que não ias gostar.”
Os meus alunos vivem na época A.F.: after Google.Não os posso culpar. Crescem ao mesmo tempo que a tecnologia. Vivem darapidez, das aparências, da facilidade, da impulsividade, dos rankings e das modas. Nós, os professores actuais, somos before Googlee temos a obrigação de mostrar esse mundo aos nossos alunos. O mundodos livros reais, do estudo, da criatividade, das brincadeirasdivertidas e das amizades verdadeiras. Devemos afastá-los do mundoinstantâneo e da cópia fácil.
Se falarmos no conceito enciclopédia a um aluno A.F. a melhor ideia que se consegue é a Wikipedia. Se falarmos de recolha de informação salta logo o Google. Já não conhecem a Enciclopédia Luso-Brasileira ou a Larousse que tanto massacrei os meus pais para adquirirem (julgando e argumentanto que assim seria melhor aluna).
É com orgulho que amanhã levo um exemplar da Enciclopédia cá de casapara os meus alunos verem. Vou carregada, pasmada, mas feliz.
Mas mais importante que a criação de materiais de apoio a professores,é "ouvir" os próprios professores, daí a criação destes fóruns dediscussão.
Émuito importante conhecer a realidade das escolas e as necessidades dosprofessores. Neste contexto de apoio e em concordância com o tema destadiscussão, gostava de conhecer as vossas dificuldades na criação derecursos digitais e a sua utilização em práticas educativas.
Quais são as principais dificuldades:
1. A escolha do software?
2. Técnicas e truques na sua utilização?
3. Como envolver os alunos?
4. Como avaliar os materiais criados pelos alunos, numa perspectiva analítica da sua rede cognitiva?
5. Que materiais devem estar associados a determinada competência?