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Recent Bookmarks and Annotations
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CONECTIVISMO: Uma nova teoria da Aprendizagem? « Maria @ UAb on 2009-09-21
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No seu artigo “Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age”, George Siemens apresenta uma teoria alternativa de aprendizagem, adaptada à nova realidade tecnológica e à sociedade em rede.
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este sentido, o conhecimento está disponível através de redes e o acto de aprender não é mais do que a capacidade de construir uma ampla rede de conexões.
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Conectivismo – Uma teoria de Aprendizagem para a idade digital « a caixa on 2009-09-21
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Segundo o conectivismo a Aprendizagem é um processo que ocorre num ambiente onde os elementos centrais estão em mudança – a aprendizagem pode residir fora de nós mesmos e as conexões que nos capacitam aprender mais são mais importantes que o nosso actual estado de conhecimento.
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Começando pela ideia que as três grandes teorias da Aprendizagem (behaviorismo, cognitivismo e construtivismo) são teorias pré-tecnológicas (quando ainda não havia o impacto das tecnologias na aprendizagem), George Siemens observa que se passou de uma época em que o conhecimento se media em décadas para outra em que se mede em meses e anos.
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A Sabedoria Das Multidões on 2009-09-19
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Surowiecki
cita como exemplo a ferramenta de busca Google, cujo algoritmo
baseia-se justamente na sabedoria das multidões, dando maior peso para
as páginas mais visitadas na hora da pesquisa. A enciclopédia Wikipidia
também seria baseada no princípio da sabedoria das multidões. Na
verdade, o livre mercado é justamente isso, um processo onde as
multidões, com suas escolhas individuais e independentes, selecionam as
melhores alternativas de acordo com suas preferências. -
A premissa adotada na teoria da sabedoria das massas
é bastante atraente e sólida. Diz respeito ao conhecimento disperso,
contido de forma totalmente pulverizada na sociedade. Nenhum ser ou
pequeno grupo de pessoas poderia absorver todas as informações
espalhadas entre milhões de indivíduos.
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15 livros sobre Novas Mídias: The Wisdom of Crowds de James Surowiecki | CIBERCRÍTICA on 2009-09-19
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James Surowiecki, sugere neste livro que o resultado de processos decisórios coletivos feitos por grupos diversificados de indivíduos, pode produzir respostas mais eficientes do que uma decisão pensada pelo indivíduo de maior inteligência no grupo ou por um grupo de especialistas. Para construir sua argumentação o autor busca exemplos em diversas áreas como a psicologia, a biologia e a política. Nesta perspectiva são explorados problemas demilitados em três categorias distintas: A esfera cognitiva (encontrar a resposta correta), a esfera da coordenação (sincronizar as atividades entre indivíduos) e a esfera da cooperação (fazer que o grupo atue conjuntamente apesar dos interesses individuais).
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Surowiecki apresenta quatro critérios fundamentais para que estes processos decisórios tenham sucesso: independência de cada indivíduo nas decisões, diversidade de visões que amplia a quantidade de informações do grupo, descentralização que faz com que o processo decisório seja bottom-up, e o desenvolvimento de um método para agregar opiniões.
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Self-organized learning with Google Apps « Personal Learning Environments on 2009-09-17
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The need for rapid development of a PLE prototype have loads us to the decision of running the PLE on top of Google Apps infrastructure because it provides at no cost most of the common features needed to build the PLE: iGoogle, gadgets and Google App Engine.
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iGoogle is the front-end of the corporative PLE. It provides access to a wide variety of widgets within a Locally Controlled Environment (LCE) represented by Google Apps. The LCE allows the institution to preconfigure a set of fixed widgets with institutional tools, services and information channels customized according to the profile of the user, but also allows users to add their own preferred widgets.
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Personal Learning Environments on 2009-09-17
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Given that the educational community wants to introduce web 2.0 services into the institutional environment, it might be necessary for the institution to become an OpenID provider and to offer institution’s members an iOpenID (institutional OpenID) identifier that can be used to gain access to multiple web services.
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At Web 2.0, OpenID stands out as the most popular and supported initiative for federated identification. Opposed to institutional SSO, OpenID is a decentralized standard for authentication, meaning that the digital identity that does not rely on a unique central authentication authority. In this sense, as OpenID identifiers are provided in the form of unique URLs, any website has the potential to become an OpenID provider.
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PLE - Geek on 2009-09-08
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Por fim, poder-se-á afirmar que os sistemas de e-learning centrados nos utilizadores aprendentes — conferindo-lhes o controlo da aprendizagem e alterando os papéis comummente reconhecidos aos intervenientes do processo — promovem a distribuição do conhecimento. Da exclusividade dos conteúdos de aprendizagem passa-se a uma partilha de conhecimento que se vai construindo no espaço e no tempo.
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Fronteiras da Sala de Aula, da Universidade - WeTheMedia on 2009-09-08
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Este processo de abertura pode ser observado através de outros sinais. Um deles é a utilização cada vez mais generalizada de fontes de pesquisa e de conhecimento como o Google ou a Wikipedia. O conhecimento deixa de estar presente não apenas nas fontes e repositórios institucionalmente aceites, como as revistas científicas, os livros publicados editorialmente ou as enciclopédias, que são as fontes tradicionalmente recomendadas, e passa a estar presente em plataformas que revelam uma cultura participativa. Outros sinais são também evidentes. Por exemplo, os artigos de autores como S. Downes ou T. O’Reilly não são publicados em contextos de peer-reviewing, ou seja, de aceitação pelos pares. Ao contrário, são publicados pelos próprios nos seus próprios espaços de participação. A credibilidade desses conteúdos é obtida pelo reconhecimento da comunidade participativa, que lhes dá visibilidade, citando-os. Este aspecto é interessante, porque o reconhecimento se transfere dos canais tradicionais de legitimação da validade do conhecimento para a própria rede participativa.
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- Quem é o autor de um conteúdo produzido colaborativamente? Esta questão complica-se se essa autoria incluir membros da universidade e de fora dela;
- Quais são os direitos sobre um documento produzido colaborativamente, e quem os detém?
- Como deverá ser gerido o acesso de longo prazo aos conteúdos, nomeadamente os produzidos usando ferramentas da web colaborativa, eventualmente com membros externos à universidade?
Outras questões importantes que decorrem desta abertura relacionam-se com os conteúdos. Alguns exemplos de questões concretas são (Franklin e Harmelen 2007, 24) (Vickery e Wunsch-Vincent 2007) (Richardson 2009, 131):
- Quem é o autor de um conteúdo produzido colaborativamente? Esta questão complica-se se essa autoria incluir membros da universidade e de fora dela;
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Aprendizagem, Ensino e Avaliação - WeTheMedia on 2009-09-08
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O estudo destes autores culmina na apresentação do conceito de "Learning 2.0". Este conceito é suportado por vários factores, como o movimento "Open Educational Resources" (D'Antoni 2008) ou a web 2.0, que criaram as "conditions for the emergence of new kinds of open participatory learning ecosystems that will support learning: Learning 2.0" (Brown e Adler 2008, 32). Defendem ainda que esta nova forma de aprendizagem é apropriada também para aprendizagem contínua e ao longo da vida.
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Podem apontar-se alguns aspectos que caracterizam ou virão a caracterizar um processo de ensino/aprendizagem mais participativo:
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Educacao Impacto - WeTheMedia on 2009-09-08
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Franklin e Harmelen apontam impactos nas seguintes áreas: “Web 2.0 will affect how universities go about the business of education, from learning, teaching and assessment, through contact with school communities, widening participation, interface with industry, and maintaining contact with alumni” (Franklin e Harmelen 2007, 1).
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Estes autores indicam ainda um conjunto de problemas e questões não resolvidos pelas universidades devido ao uso da web 2.0: IPR for material created and modified by university members and external contributors; appropriate pedagogies for use with Web 2.0 (and equally which pedagogic approaches are enhanced by the use of Web 2.0); how to assess material that may be collectively created and that is often open to ongoing change; the choice of types of systems for institutional use; how to roll out Web 2.0 services across a university; whether it is best to host the services within the university or make use of externally hosted services elsewhere; integration with institutional systems; accessibility; visibility and privacy; data ownership; control over content; longevity of data; data preservation; information literacy; and staff and student training. At this stage all that we have to go on are the results of experiments with Web 2.0, rather than a set of solutions that are ready for widespread adoption” (Franklin e Harmelen 2007, 1).
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