A principal novidade da proposta é acabar com o atual formato dos cursos. Todos os estudantes ingressariam em um bacharelado interdisciplinar, que duraria três anos. Ele daria uma formação geral, independentemente da profissão que o jovem quiser seguir. Os alunos fariam estudos clássicos, de história, filosofia, ética, lógica, pensamento matemático (incluindo computação), cidadania, política, saúde e artes. "Isso tudo foi esquecido na formação universitária", lamenta Naomar. Ele destaca que o universitário anteciparia o conteúdo da formação básica da área profissional que ele pretende cursar.
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